quarta-feira, abril 11, 2007
Estou muito feliz em desenvolver a prática do PA. Adoro o contato com os alunos, toda a interação que se gera no grupo, o envolvimento dos alunos e interesse em desenvolver as atividades. Hoje é o 8º dia de encontros que foram explorados e o trabalho está fluindo de forma positiva.
Os alunos demonstram interesse e já identificam a Sala Informatizada como um espaço deles com a convivência escolar.
Todo o conhecimento que está sendo explorado está surtindo curiosidade nos alunos e professora envolvida em aprender.
Espero que os efeitos que surgirão a partir desta prática, contribuam com a Educação, que aguce a vontade de mais profissionais de se envolverem com o uso das tecnologias em prol à aprendizagem.
terça-feira, março 27, 2007
21 alunos estiveram presentes
O Anderson e o Luan Felipe faltaram
Neste dia, perguntamos se os alunos tinham e-mail e ninguém sabia o que era exatamente. Sabiam que tinha relação com o computador e um aluno devolveu a pergunta com dúvidas perguntando se era o www.
Foi trabalhoso mas gratificante, mostrar e disponibilizar uma nova forma de comunicação entre os alunos.
O tempo voa dentro da sala Informatizada. Nem os alunos demonstram vontade de sair para o recreio. O interesse dos alunos me deixa feliz, penso que, mesmo com os obstáculos que encontramos, vale a pena!!!
sábado, março 24, 2007
quinta-feira, março 22, 2007
Número de alunos presente: 22
Um aluno faltou
Dia 21/03/2007, iniciamos com a organização das perguntas. Mudamos de estratégia quanto à dinâmica, para expor a questão do grupo, porque consideramos importante cada aluno falar sobre o seu tema, intensificando suas idéias.
As perguntas formuladas pelos alunos superaram a expectativa. Estamos conhecendo melhor os alunos e nos adaptando à nova convivência entre alunos, professora regente e duas professoras cursistas. No primeiro dia, quando estávamos chegando na sala, alguns alunos perguntaram para a professora regente se eu e a Licia éramos estagiárias. Hoje, no começo da aula, uma menina perguntou se a professora Zeni não iria dar aula. Explicamos que a professora Zeni acompanhará o nosso trabalho sim, e as professoras trabalharão em grupo. Salientamos que os alunos terão três professoras que desenvolverão o trabalho de Projeto de Aprendizagem. Afirmamos que o trabalho proposto é um trabalho sério e que todos vão aprender e muito.
Ao expor as questões, trabalhamos no coletivo e a professora regente sempre mostrou-se disposta a colaborar.
Solicitei que a professora regente, que escrevesse as questões no quadro de giz, enquanto eu e a Licia acompanhávamos e instigávamos os alunos a pensar nas questões que eram formuladas.
Depois, explicamos que deveríamos ‘casar’ as questões semelhantes, que faziam relação. A participação dos alunos foi muito produtiva, onde os alunos mostraram suas opiniões com justificativas sobre a relação entre as questões formuladas.
Formamos os grupos de acordo com o ‘casamento’ das questões e interesses dos alunos em saber sobre determinado assunto. Cada questão tinha um número que correspondia ao aluno que formulou a questão, portanto, 22 questões. Os grupos foram formados a partir do debate sobre a afinidade do tema (questão) de cada um. Dos alunos que ficaram sem grupo, todos tinham mais de uma questão e foram encaixados em temas que se relacionavam com outras questões que foram apresentadas.
Formaram-se seis grupos de acordo com a semelhança das questões, onde solicitamos que cada grupo deveria pensar na questão norteadora:
G1 – Do que é feito o Vulcão? (William Moissa) Com é feito o tijolo? (Carlos) Por que a pedra é dura? (Thalita) – O grupo definiu como pergunta norteadora para desenvolver o trabalho: Do que é feito o Vulcão? Questão do aluno William Moissa
G2 – Qual o animal que está mais em extinção? (Luan Patrick) O que está acontecendo na natureza com os animais? (Daniel) Por que os animais estão em extinção? (Thaine) Neste grupo, entrou mais uma aluna que havia formulado a questão: Por que o coelho pula? Na reunião do grupo foi perguntado se eles gostariam de estudar sobre um animal específico que poderia estar em extinção. O grupo definiu assim a questão norteadora: Quais as aves da região sul que estão em extinção?
G3 – Por que o porco espinho tem espinho? (William Gabriel) Por que o chacal tem a língua roxa?(Ana Bruna) Por que a tartaruga anda devagar? (Luan Felipe) Por que a onça é pintada? (Thalia) Este grupo foi formado, porque as questões referiam-se à caracterização dos animais de interesse de cada um. Foi perguntado aos alunos qual destes animais o grupo teria mais interesse em estudar e o grupo resolveu trabalhar sobre a tartaruga. No grupo já tinha sido lançado mais questões sobre a característica da tartaruga, aguçando o interesse do grupo. Um aluno tem tartarugas em casa, e outro, afirmou que sua tia tem. A questão norteadora ficou definida como: Características da tartaruga: por que elas tem casco duro? Por que andam devagar? Quantos ovos uma tartaruga tem capacidade de botar?
G4 – Quais são os animais que vivem na Amazônia? (Tiago) Como é a vegetação na Amazônia? (Jaqueline) Neste grupo, entrou mais um aluno que havia formulado a questão: Qual é o animal mais pesado do mundo? (Anderson) A questão norteadora ficou definida como: Quais são os animais e a vegetação da Amazônia? Como podemos preserva-la?
G5 – Por que o peixe não fecha o olho? (Francielly) Por que o peixe vive só embaixo da água? (Thainá) Neste grupo, entrou mais dois alunos que haviam formulado como questão: Quantos ossos tem o dinossauro? (Igor) Quantos ossos tem o tubarão? (Rafael) A questão norteadora ficou definida como: Peixes: por que eles não fecham os olhos? Por que vivem só embaixo da água?
G6 – Céu: Por que o céu é azul? (Francislene) Por que as nuvens mudam de lugar? (Janaina) Por que o sol é tão quente? (Erick) Neste grupo, entrou mais um aluno que havia formulado a questão: Como a calculadora faz cálculos certos? A questão norteadora ficou definida como: Céu: Por que o céu é azul? Por que as nuvens mudam de lugar? Por que o sol é tão quente?
Depois, orientamos para que o grupo escrevesse numa folha as Certezas temporárias ( o que já sabe sobre o assunto)e Dúvidas Provisórias (o que quer saber)
Passei em todos os grupos para ajudar na estruturação da questão central e saber como estava o andamento da atividade. Todos se envolveram e se empenharam de forma significativa com objetivo de fazer a atividade de forma correta.
Ficou como tema de casa para dia 23/03, sexta-feira que cada aluno ampliasse as Certezas temporárias e Dúvidas Provisórias.
A vontade dos alunos de ir à Sala Informatizada é tão grande que freqüentemente eles perguntam quando vamos lá. Expliquei que nós vamos e teremos bastante tempo para explorar a Sala Informatizada. Vamos primeiro fazer as atividades propostas e ter calma que está chegando o momento de utilizarmos os computadores. Assim, teremos muitas coisas para pesquisar e até texto para digitar. Um aluno (Erick) falou: “Ah, professora! Vamos lá mexer nos computadores. Respondi a ele: “Nós vamos no momento certo, tenha calma que chegaremos lá!”
terça-feira, março 20, 2007
Hoje, dia 20/03/2007, eu e a Licia nos apresentamos à turma e aplicamos o questionário visando verificar a realidade sobre o uso da Sala Informatizada e contato que os alunos já tinham com o computador. Dos 23 alunos, 14 tem 09 anos, 7 tem 10 anos e 2 tem 11 anos. Destes 23 alunos, 7 responderam que tinham computador e seis responderam ter acesso a Internet. Com a prática, na Sala Informatizada, resgataremos estes alunos, visando verificar dados.
Na aplicação do questionário, os alunos necessitaram de atenção especial, quanto a interpretação das questões. Em alguns casos, houve necessidade de intervenção individual, para a compreensão do que se pretendia. Foi realizado primeiro uma leitura das questões, posteriormente foi dada orientação individual, e para finalizar, fizemos outra leitura com o grupo, visando verificar a coerência das respostas às questões. O termo “sala informatizada” foi novo para o grupo. Explicamos que eram os computadores da escola para o uso dos alunos e professores da escola. Percebi que a maioria dos alunos ficou empolgada com a nossa proposta, um aluno relatou ter medo de usar o computador porque não conhece.
Ressaltei que é por isso que pretendemos desenvolver o trabalho de Projeto de Aprendizagem, para que vocês (os alunos) tenham oportunidade de aprender a usar o computador e vencer o medo.
A turma é super ativa. Percebi que a professora se incomodou com a disciplina dos alunos. Combinamos algumas atitudes que devemos preservar para o bom desempenho do trabalho: Saber ouvir; participar; perguntar quando tem dúvida. Perguntamos também sobre o interesse deles pelo trabalho e todos se comprometeram em colaborar.
Para definir o tema, foi solicitado momento de concentração, indicando que todos sentassem confortavelmente, fechassem os olhos e pensassem sobre algo que lhe interessasse: “poderia fazer parte da natureza, ser produção do homem, assunto ouvido pela TV ou rádio, pode ser relacionado a saúde, intensificando que tem que ser um assunto que você queira saber mais....entender o porquê....como acontece...... Algo que lhe chame a atenção!”
Depois, cada aluno escreveu sua idéia no papel. Um aluno perguntou se era para ele escrever o que ele queria ser quando crescer, e salientei que não, que era para ele pensar em algo que ele gostaria de SABER mais sobre um determinado assunto.
Querendo ajudar a escolher o tema, a professora pegou o livro didático e mostrou que em cada assunto trabalhado, tinha sugestões de sites. Comentei que era interessante como sugestão, mas que o tema do momento, deveria partir dos alunos. Acrescentei que em outro momento, podemos entrar nos sites sugeridos.
O tempo estipulado foi curto, mas produtivo. Mandamos como tema de casa, que os alunos ampliassem as idéias registradas no papel,para prosseguirmos no dia seguinte. Tínhamos nos programado para iniciar na segunda-feira com 3 aulas consecutivas, mas mudamos o dia para terça-feira, onde a turma tinha Educação Física na 3ª aula. O questionário tomou grande parte do tempo, mas foi importante este contato inicial com a turma. Continuamos a proposta no dia seguinte: dia 21/03/2007, quarta-feira.
sábado, março 17, 2007
Densenvolvimento do Projeto de Aprendizagem
Planejamento para o 1º dia:
1º Encontro –
a)Apresentação do trabalho a ser realizado.
Breve apresentação e comentário da intenção do trabalho a ser realizado.
Relatar intenções:
- pretendemos realizar um trabalho com todos os alunos da 4ª série
- utilizaremos a SI para o desenvolvimento do trabalho
- é importante o envolvimento do grupo nas atividades
- estudaremos assuntos de interesse do grupo
b) Formulação dos grupos e questão central dos PA
Objetivo: Instigar o interesse de estudo do grupo, através da prática de uma dinâmica.
Estratégia: Dinâmica do balão:
Fornecer um balão e uma tira de papel para cada criança e solicitar que cada criança pense em um assunto de seu interesse e o escreva no papel.
Em seguida, solicitar que os alunos coloquem a tira de papel dentro do balão, encha o balão e o amarre.
Depois, estourar os balões, onde cada criança deverá ficar com uma tira de papel, para ler aos colegas e comentar sobre o assunto.
Para cada assunto citado, instigar os alunos a formular questões de interesse.
Registrar as questões no quadro-de-giz, para depois formular os grupos afins, de acordo com as questões formuladas.
Tempo previsto: 3 aulas de 45 min cada em Sala de Aula
Organização das atividades planejadas: Janete, Lícia e Marilin
terça-feira, fevereiro 27, 2007
Depois de momentos intensos de estudo, um tempo para descanso, análise e definição sobre o período a prosseguir.
Temos muito trabalho a concretizar, muitas idéias para serem colocadas em prática e um objetivo a ser atingido em prol ao desenvolvimento da Educação.
Que todo este processo de estudo, reflexão e prática, contribua no cotidiano escolar de nossas escolas públicas, para que nossos alunos tenham mais acesso aos recursos tecnológicos que tem disponível.
sexta-feira, outubro 20, 2006

Aprendizagem e conhecimento...
A aprendizagem é constante quando envolve curiosidade, vontade de saber, buscar compreender o como e o porquê de determinada situação.
É mais que proceder, é refletir sobre o fazer. É um processo contínuo que envolve superação constante.
A aprendizagem gera conhecimento, transformando a informação em conhecimento.
O conhecimento se manifesta a partir da compreensão de respectiva ação ou intenção.
A diversidade de recursos tecnológicos que se fazem presente no cotidiano escolar são aparatos que podem subsidiar o processo pedagógico, favorecendo a aprendizagem em busca do conhecimento.
quarta-feira, outubro 04, 2006
segunda-feira, setembro 18, 2006
A oportunidade de estar desenvolvendo o PA propiciou momentos de aprendizagem quanto a forma de trabalho a distância e a utilização de uma ferramenta que eu não conhecia anteriormente à este trabalho e hoje considero um recurso importante e estimulador para se trabalhar no processo pedagógico.
domingo, setembro 17, 2006
Tecnologia caracteriza-se como recurso desenvolvido e aprimorado pelo homem, a fim de propiciar maior conforto e sofisticação à própria humanidade.
Resgatando a vivência de gerações anteriores à nossa, comparando com a realidade de nossa geração atual, verifica-se um enorme avanço tecnológico que interfere em nosso cotidiano. Como por exemplo, a luz elétrica é um recurso desenvolvido pelo homem que propiciou grande avanço e ‘abriu portas’ para uma série de tecnologias que fazem parte de nosso conforto diário como a geladeira elétrica, forno elétrico, forno microondas, cafeteira, liquidificador, batedeira, entre outros recursos que se fazem presente.
Na escola, dos primeiros recursos que demonstravam a presença da tecnologia e que hoje ainda se fazem presente no cotidiano escolar, embora mais aprimorados, podemos citar os livros impressos, carteiras e cadeiras de madeira, quadro-de-giz, caneta tinteiro, a caneta de madeira com pena metálica, lápis. Hoje, temos o computador que armazena informações que encontrávamos somente em livros impressos, as cadeiras e carteiras que são fabricados hoje com materiais diferentes e mais sofisticados que antigamente, os quadros podem ser brancos para uso com pincel ou pintados diretamente na parede de cimento com uma tinta especial para o uso de giz, temos também canetas esferográficas, lápis, lapiseira, borracha, mimeógrafos, impressoras, retroprojetores, que são tecnologias que favorecem a produção e socialização da escrita. São avanços que se fazem presente na escola e podem favorecer o aprendizado de forma significativa, onde o professor deve perceber a importância e aproveitar os recursos disponíveis em sua prática pedagógica.
sábado, setembro 02, 2006
Dia 31-08, eu e mais seis colegas da educação da região de Canoinhas, participamos de um encontro que teve como objetivo preparar o grupo para uma capacitação à distância que acontecerá paralelo a este curso de especialização, iniciando dia 04-09, com término dia 23-04-2007.
O encontro ‘relâmpago’ aconteceu em Joaçaba, onde os tutores Juliana e Iuri da UFSM orientaram como utilizar o ambiente e-proinfo. Foi bom participar do encontro pois a maioria dos participantes de nossa região ainda não conheciam o ambiente e eu refleti sobre como estou utilizando o ambiente e também compreendi melhor algumas ferramentas.
A expressão do conhecimento pode se estabelecer tanto de forma oral como também de forma escrita. São habilidades que desenvolvemos a partir de uma prática e quanto mais entramos em contato com a leitura, mais adquirimos embasamento para nossa prática, tanto oral como escrita.
O crescimento pessoal é estruturado a partir do desenvolvimento e aprendizagem do sujeito em seu meio, a partir da interação.
A oportunidade dos registros gera crescimento pessoal, estimulando o desenvolvimento e aprendizagem que são processos contínuos, que oportunizam a socialização do conhecimento.
sábado, agosto 26, 2006
Esta semana dediquei um bom tempo de estudo para entender o conceito de Ondas, em especial às ‘Ondas Eletromagnéticas’. Hoje percebo que os meios de telecomunicações se propagam a partir de ondas eletromagnéticas e que este conhecimento sobre Física, gerou um grande avanço em nosso meio de comunicação. O telefone, fax e internet, tomam seu espaço no meio social e favorece a interação entre sujeitos.
Visitar o PA sobre Eletromagnetismo permitiu eu focalizar de outro ângulo conceitos relevantes ao nosso PA sobre Telefone, fax e internet como por exemplo o funcionamento do telefone (transformação de onda mecânica – sonora em onda eletromagnética).
Através do registro, procuro passar meu entendimento sobre o que eu sei ou sobre o que estou estudando e buscando compreender.
Então me pergunto:
- Por que registrar?
Socializar estudo, perguntar, responder, comentar sobre ...
- Para que registrar?
Mostrar o que sabe, o que necessita saber, aprender, ...
- Para quem registrar?
Para alguém ler. Professor, colega, aluno, para posteriormente refletir sobre ...
quinta-feira, agosto 17, 2006
O aluno pode considerar a Escola um ambiente para buscar novos conhecimentos, grandes descobertas, ou então um ambiente em que se realiza atividades transmitidas pelo professor em busca de nota.
A pratica pedagógica desenvolvida nos bancos escolares propicia uma destas considerações ao aluno.
Hoje a Escola dispõe de recursos que podem estimular os alunos, principalmente com o uso das tecnologias. Percebe-se que os alunos já estabelecem importância sobre o conhecimento tecnológico, como requisito para inserção social pois a tecnologia toma conta de todos os espaços na sociedade e quem não se atualiza, buscando conhecer as novas possibilidades, encontra dificuldades em progredir, excluindo-se da ‘AlfabetizaçãoDigital’.
É oportunizando o aluno ao acesso ao uso das tecnologias, intervindo, orientando, se fazendo presente de forma significativa para o aluno que podemos favorecer um desenvolvimento consciente e crítico sobre o uso destas ferramentas e que podem estimular a aprendizagem.
segunda-feira, agosto 14, 2006
A Sala Informatizada pode ser considerada o Cofre Intelectual da Escola, cabe ao professor saber aproveitar toda a riqueza que pode ser explorada e ampliada com trabalhos vinculados às atividades de sala de aula, junto com seus alunos.
Promover a interação dos alunos utilizando-se do computador como ferramenta tecnológica disponível, propiciando trocas cooperativas, tende a favorecer a Alfabetização Digital, garantindo o acesso aos avanços tecnológicos aos nossos alunos.
Por que ‘filtrar’ as informações em nossa prática pedagógica?
Ao se trabalhar com os alunos , explorando a Sala Informatizada o professor deve ter domínio sobre o uso básico da ferramenta. Fato que gera medo de se utilizar este recurso por receio errôneo de que uma máquina vai substituir o professor.
O professor deve saber qual sua função e que o uso do computador pode favorecer o seu trabalho desenvolvido com seus alunos.
Diante de tantas informações, considera-se indispensável selecionar aspectos importantes que estão sendo estudados, resgatando sua essência, ou seja, filtrando as informações, buscando a compreensão do conhecimento elaborado que deve ser um dos objetivos primordiais da prática pedagógica.
A tecnologia sofre avanços contínuos e temos que nos atualizar constantemente. É um campo onde professor e aluno descobrem interagem e socializam conhecimento entre si.
quinta-feira, agosto 10, 2006

Alfabetização Digital...
O computador é um recurso tecnológico que se faz presente em nosso dia-a-dia e cabe a nós explorá-lo, para melhor compreendê-lo e assim saber utilizá-lo de forma que contribua com nossos interesses.
Participando deste curso, percebo a oportunidade de aprendizagem sobre o uso de ferramentas que vem a contribuir à minha Alfabetização Digital de forma pessoal e profissional.
O uso do computador na educação reflete uma oportunidade maior ao acesso às informações para se trabalhar o conhecimento específico que pode ser vinculado às disciplinas do currículo escolar.
É importante o professor saber ‘filtrar’ todas as informações que podem se fazer parte da sua prática pedagógica, assim como aproveitar as ferramentas disponíveis de forma a ‘sair das quatro paredes’, diversificando sua metodologia de trabalho.
domingo, agosto 06, 2006
É uma metodologia para se trabalhar o conhecimento específico em sala de aula que pode ser utilizada para sistematizar os ‘conteúdos curriculares’ ao contexto de interesse do aprendiz.
O professor assume amplas funções que esquematizei a partir da leitura do texto “Projeto? O que é? Como se faz?” de Lea Fagundes da Cruz Fagundes:
- de ativador da aprendizagem – estimular, promover a auto-estima, cooperar;
- de articulador da prática – trabalhar junto ao aluno, se fazer presente, acompanhando as necessidades e interesses do grupo;
- de gerenciador do ambiente – selecionar recursos, atividades vinculadas ao tema trabalhado;
- de subsidiar os outros professores do grupo;
- de coordenador da reflexão sobre a ação (avaliador);
- de integrador entre as áreas e conteúdos de forma interdisciplinar;
- de organizador dos materiais didáticos;
- de auxiliar contato com especialistas das diferentes áreas;
- de orientador na investigação;
- de acompanhante das atividades desenvolvidas;
- de registrar e documentar o processo;
- de especialista – coordenar conhecimentos específicos da área de formação.
E como acontece a Aprendizagem?
Parte-se de certezas provisórias que são reconstruídas através de novas certezas descobertas.
São provisórias porque “uma certeza permanece até que um elemento novo apareça para ser assimilado”.Lea
A nova descoberta sobre a questão de interesse gera um desequilíbrio que se “regula” a partir da restauração do equilíbrio, formando assim novas certezas.